"Uma hora chega aquela parte em que a gente acha/sabe que encontrou nosso ponto de equilíbrio. Eu encontrei o meu, eu SEI... Mas é quando estamos realmente em paz que bate um dos piores sentimentos do homem: o medo!
Eu sinto medo, escondo, mas sinto, medo de que algo me tire da base, abale minha estrutura... E enquanto nenhum vento traiçoeiro sopra, vou vivendo assim nas nuvens, feliz e leve, tendo a certeza de que mereço tudo o que tenho vivido, e rezando pra que nada me derrube.."
Nossas vidas são com certeza uma aventura e por isso não posso simplesmente deixar passar todos os acontecimentos assim de qualquer maneira... Pra mim cada detalhe é importante, cada pessoinha no meu caminho me ensina algo diferente e não há outras pessoas no mundo que tenham me ensinado mais do que a minha familia!!! Aqui conhecerão um pouquinho da minha vida e de todos que estão nela!!!
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
A morte (vida).
Durante toda a minha vida, só houve uma coisa a que não temi: a morte! Já que todo o resto é vida e todo o resto me atinge os nervos e me faz estremecer, de receio, ansiedade, ou até mesmo medo.
Foi sempre por medo de algo em vida, que por tantas vezes sutilmente busquei um pouco da morte; Foi por respeito a morte, que sempre vivi demais.
Não sei a que passo da estrada aconteceu mas, descobri que de tanto temer a vida, acabei desafiando-a mais do que deveria, sem levar em consideração que não há como vida somente a minha, e que a minha atinge as de outros, como as de outros também me atingem.
Acredito que a forma divina de ver a vida, é total e completamente diferente da forma humana de pensar sobre isso (isso tudo!); Acredito também que haja uma terceira forma de pensá-la: a minha!
Vejo aquela segunda opção de viver que ninguém mais vê, e sinto a morte como algo próximo, pra mim é como a chuva, ela vem, deixa um pouco dela em mim, e parte.
Foi sempre por medo de algo em vida, que por tantas vezes sutilmente busquei um pouco da morte; Foi por respeito a morte, que sempre vivi demais.
Não sei a que passo da estrada aconteceu mas, descobri que de tanto temer a vida, acabei desafiando-a mais do que deveria, sem levar em consideração que não há como vida somente a minha, e que a minha atinge as de outros, como as de outros também me atingem.
Acredito que a forma divina de ver a vida, é total e completamente diferente da forma humana de pensar sobre isso (isso tudo!); Acredito também que haja uma terceira forma de pensá-la: a minha!
Vejo aquela segunda opção de viver que ninguém mais vê, e sinto a morte como algo próximo, pra mim é como a chuva, ela vem, deixa um pouco dela em mim, e parte.
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